Tudo o que segue trata de Peptídeo. Mantemos linguagem clara, apoiamos na literatura e separamos o bem documentado do que segue em aberto.
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Autopolinização - algumas espécies de plantas admitem a germinação dos grãos de pólen no estigma da mesma flor que o produziu, ou em outras flores da mesma planta; esta estratégia diminui as possibilidades de recombinação genética, mas assegura que maior número de óvulos sejam fecundados. A maior parte das espécies, no entanto, desenvolveu estratégias para aumentar as possibilidades de recombinação - a transferência dos grãos de pólen por elementos exteriores à flor:
Fontes: pt.wikipedia.org
Polinização anemófila - realizada pelo vento - estas plantas produzem grande número de grãos de pólen, muito leves ou com extensões da exina, como os grãos de pólen alados dos pinheiros, que lhes permitem ser transportados para flores de plantas que se encontram a maior distância da que os produziu, portanto com maior probabilidade de terem um genoma diferente; Polinização entomófila - realizada por insetos - as flores possuem características que atraem os insetos, tais como nectários, coloração ou cheiro especiais; Polinização hidrófila - realizada pela água - este tipo de polinização é mais frequente nas plantas aquáticas.
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== Alergias ao pólen == Alergia ao pólen é chamada rinite alérgica. Um sistema de medição do pólen em áreas por dia foi criado por William Frankland. Geralmente grãos de pólen que causam alergias são aqueles de plantas anemófilas, que produzem grãos leves de pólen em grande quantidade para serem dispersos pelo vento, e subsequentemente penetram as vias nasais humanas através da respiração. Plantas anemófilas geralmente tem flores imperceptíveis, ou seja, não são chamativas. Plantas entomófilas produzem pólen que é relativamente pesado e pegajoso, para dispersão através de insetos polinizadores. Frequentemente, nos Estados Unidos, pessoas falsamente culpam a flor entomófila "goldenrod" (Ambrosia trifida) pelas alergias. O pólen dessa flor não é levado pelo ar, somente há um caminho para que ele alcance as vias nasais: seria retirá-lo da flor e colocá-lo nas cavidades nasais. No fim do verão e outono alergias causadas por pólenes são geralmente por erva-de-Santiago, uma comum flor anemófila e não atrativa. O estado do Arizona foi considerado como um lugar seguro para pessoas alérgicas ao pólen, pois erva-de-Santiago não cresce no deserto. Entretanto, com subúrbios crescendo e a população começando a cultivar gramados irrigados e jardins, a erva-de-Santiago estabeleceu-se com segurança e o Arizona perdeu seu status de isento da rinite alérgica. Exemplos de plantas anemófilas são o carvalho, a hicória (noz americana) e a noz-pecã; e no início do verão a grama também pode causar alergia. Flores cultivadas são frequentemente mais entomófilas e não causam alergia.
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Tempo é a progressão contínua da existência, em uma sucessão aparentemente irreversível que vai do passado, passa pelo presente e segue para o futuro.a O tempo rege todas as formas de ação, o envelhecimento e a causalidade. É uma grandeza usada para ordenar acontecimentos em sequência, comparar sua duração ou os intervalos entre eles e quantificar as taxas de variação de grandezas na realidade material ou na experiência consciente. Costuma ser chamado de quarta dimensão, ou dimensão temporal, além das três dimensões espaciais. O tempo é medido principalmente em intervalos ou períodos lineares, ordenados do mais curto ao mais longo. Na escala humana, sua medição prática usa relógios e calendários, com um dia de 24 horas e um ano de 365 dias, definidos a partir dos movimentos astronômicos da Terra. As escalas de tempo usadas na física abrangem desde o tempo de Planck, uma escala teórica, até bilhões de anos. No modelo cosmológico padrão, o Big Bang ocorreu há cerca de 13,8 bilhões de anos, período abrangido pela cronologia do universo. Na física, o tempo é inseparável do espaço no conceito de espaço-tempo da relatividade geral. A velocidade e a matéria podem provocar a dilatação do tempo, fazendo com que ele passe mais depressa ou mais devagar para um observador externo. Esse efeito costuma ser imperceptível na experiência humana, mas pode ser medido com relógios atômicos mesmo em pequenas diferenças de altitude e em velocidades habituais. O tempo tem sido objeto de estudo da religião, da filosofia e da ciência ao longo dos séculos.
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Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)